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	<title>África | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>Alpinistas diabéticos vencem desafio na África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2013 19:46:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[Alexei Caio]]></category>
		<category><![CDATA[alpinistas]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes]]></category>
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		<category><![CDATA[glicemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diabéticos provam de uma vez por todas que doença não é motivo para ficar parado! Um dos mitos mais persistentes em relação ao diabetes é que ele impede que as pessoas levem uma vida normal. O diabético estaria incapacitado de se alimentar adequadamente, divertir-se como os outros, praticar atividades físicas&#8230; É claro que tudo isto &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Diabéticos provam de uma vez por todas que doença não é motivo para ficar parado!</em></p>
<p><span id="more-5316"></span></p>
<p>Um dos <strong><a href="http://www.diabeticool.com/verdades-mitos/">mitos</a> </strong>mais persistentes em relação ao diabetes é que ele impede que as pessoas levem uma vida normal. O diabético estaria incapacitado de se alimentar adequadamente, divertir-se como os outros, praticar atividades físicas&#8230;</p>
<p>É claro que tudo isto é uma grande bobagem. Alguns cuidados maiores com a saúde são, sem dúvida, fundamentais para quem está com a doença, porém o mais importante a se lembrar é que <strong>quem cuida direitinho da saúde (e da <a title="Diabetes e gravidez: controle de glicemia no pré-natal" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-e-gravidez-controle-de-glicemia-no-pre-natal/">glicemia</a>!) pode levar uma vida absolutamente normal!</strong></p>
<p>Quer prova maior disto do que este grupo de 16 <a title="O perigo da soneca" href="http://www.diabeticool.com/o-perigo-da-soneca/">diabéticos tipo 1</a> que, ao longo de uma semana, consegui <strong>conquistar o Kilimanjaro</strong>, a montanha mais alta de todo o continente africano? Esta jornada representa um esforço enorme, mas todos os diabéticos conseguiram superá-lo &#8211; de fato, as únicas pessoas que desistiram no meio do caminho nem tinham diabetes!</p>
<p>Acompanha esta jornada na matéria publicada no portal G1.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Matéria do G1 a seguir:</strong></p>
<div style="border: 2px solid black; border-color: #xxxxxx; padding: 10px;">Dois brasileiros participaram da expedição internacional ao Kilimanjaro. Objetivo era mostrar que portadores da doença podem praticar exercícios.</p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="" src="http://s2.glbimg.com/t19l35nfy_Tvg805Ddpkfd4KXnU=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/brasileiros_marcelo_e_alexei.jpg" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-caption-text">Brasileiros subiram um dos picos mais altos do mundo, na Tanzânia (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Um grupo de 11 alpinistas, de várias nacionalidades, participou de uma expedição de seis dias para chegar ao topo da mais alta montanha da África, o monte Kilimanjaro, na Tanzânia. Na bagagem, além dos equipamentos básicos de alpinismo, eles levavam um kit para o controle de uma doença que acomete a todos, o diabetes. O objetivo deles era mostrar que qualquer pessoa com a doença pode e deve praticar exercícios físicos.</p>
<figure style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/2P20su5xdclIxSL0oKxByWuEufw=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/dsc00082.jpg" width="300" height="400" /><figcaption class="wp-caption-text">Bellon diz que pratica vários outros esportes, como triatlo e ultramaratonas (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>No grupo, havia dois brasileiros, Alexei Caio e Marcelo Belon, que vive em Curitiba. Ao G1, Bellon contou como foi a aventura, que ocorreu entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro. “É a montanha mais alta da África. A experiência foi fantástica. Conseguimos reunir uma equipe muito bacana”, lembra.</p>
<p>A aventura, embora pareça arriscada, não foi problema para nenhum dos diabéticos que a encarou. Segundo Bellon, o grupo todo era composto por 16 pessoas e as únicas que não chegaram ao fim, sequer possuíam a doença. “Dois não conseguiram”, afirma.</p>
<p>O diabetes é dividido em dois tipos, chamadas pelos números, 1 e 2. Os alpinistas que participaram da expedição possuem o tipo 1, que é quando o pâncreas tem falência total das funções e eles precisam fazer controle de glicemia e aplicações de insulina por toda a vida. Já o tipo 2, normalmente ocorre em pessoas com excesso de peso.</p>
<p>De acordo com a endocrinologista do Hospital de Clínicas de Curitiba, Rosângela Roginski Rea, a prática de exercícios é uma das melhores formas de se controlar a doença, embora esportes extremos exijam mais cuidados, pois pode haver uma queda brusca de glicose no sangue. “A pessoa quando tem diabetes deve se preparar muito bem e tomar os cuidados adequados”, explica.</p>
<p>Bellon diz que, no caso dele, a prática de exercícios físicos sempre foi constante e isso não foi um problema na preparação. Entre os esportes que pratica, ele diz já ter participado de maratonas, provas de triatlo e até de ultramaratonas.</p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/rwd3od0o-QoxqTcbcFV5ZUE4Bws=/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/sem_titulo_2.jpg" width="620" height="233" /><figcaption class="wp-caption-text">Alpinista explica que dieta de diabéticos pode ser bastante flexível (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
<p>Porém, quando a doença se manifestou, há 27 anos, ele chegou a se assustar. Se apresentou em mim quando eu tinha 14 anos. (&#8230;) Naquela época, as coisas eram bem limitadas. Não existia nem refrigerante diet no Brasil. Eu e meu pai íamos até o Paraguai para comprar refrigerantes. Foi um processo de aprendizado”, conta.</p>
<p>Desde a infância, Bellon sempre participou de atividades ao ar livre, muitas delas ligadas ao escotismo. Assim que se acostumou com o diabetes, voltou a praticar os esportes. Sobre a dieta, ele diz que há muitas lendas em relação a isso. “A pessoa que tem diabetes, tem uma dieta muito flexível. Eventualmente, você pode até comer alguma coisa com carboidratos”, diz.</p>
<p>Com o sucesso na conquista do Kilimanjaro, o grupo já pensa em se planejar para novas aventuras. O Monte Aconcágua, na Cordilheira dos Andes, é uma das metas que devem ser buscadas. A montanha já foi conquistada tanto por Bellon, quanto por Alexei, que promove idas constantes ao cume da montanha, de 6,9 mil metros de altitude, mas não pelo restante do grupo internacional.</p>
<figure style="width: 620px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" alt="" src="http://s2.glbimg.com/_L1i2LN1Gz52WUG_z7_m2eqEaUk=/620x465/s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2013/09/25/cume.jpg" width="620" height="465" /><figcaption class="wp-caption-text">Aventura foi realizada entre os dias 30 de agosto e 6 de setembro (Foto: Marcelo Bellon/Arquivo Pessoal)</figcaption></figure>
</div>
<p><strong>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2013/09/grupo-de-alpinistas-com-diabetes-sobe-montanha-mais-alta-da-africa.html">Portal G1</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/grupo-de-alpinistas-com-diabetes-sobe-a-montanha-mais-alta-da-africa/">Alpinistas diabéticos vencem desafio na África</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>O Diabetes pelo Mundo: Zimbabwe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Oct 2012 22:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política & Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
		<category><![CDATA[AIDS]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Zimbabwiana de Diabetes]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional do Diabetes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a aproximação do Dia Internacional do Diabetes, governo zimbabwiano alerta que o diabetes está afetando mais pessoas do que a AIDS no país. Raramente vê-se alguma notícia na mídia sobre o Zimbabwe, um pequeno país de 12,5 milhões de habitantes no sul da África. Quando é notícia, geralmente trata-se do governo do presidente Robert &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a aproximação do Dia Internacional do Diabetes, governo zimbabwiano alerta que o diabetes está afetando mais pessoas do que a AIDS no país.</em></p>
<p><span id="more-1723"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/bandeira-zimbabwe/" rel="attachment wp-att-1724"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1724" title="bandeira zimbabwe" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/bandeira-zimbabwe.gif" alt="" width="1181" height="788" /></a></p>
<p>Raramente vê-se alguma notícia na mídia sobre o <strong>Zimbabwe</strong>, um pequeno país de 12,5 milhões de habitantes no sul da África. Quando é notícia, geralmente trata-se do governo do presidente Robert Mugabe, no poder há mais de 30 anos!, cometendo mais uma atrocidade contra os direitos humanos ou então alguma notícia preocupante sobre o avanço da AIDS e do HIV por lá. A saber, 13,7% da população zimbabwiana têm AIDS &#8211; a 5a maior taxa do mundo &#8211; e necessita constantemente de auxílio da comunidade internacional para viver em melhores condições. Mesmo assim, existe uma doença que afeta muito mais pessoas no país, porém é pouquíssimo discutida, até mesmo lá: o diabetes.</p>
<p>A Associação Zimbabwiana de Diabetes, dando início às ações em comemoração do Dia Internacional do Diabetes, no mês que vem, avisou que os níveis de diabetes tipo 2 no país já atingiram proporções alarmantes e culpou o consumo de &#8220;alimentos refinados&#8221; por isso. De acordo com o presidente da associação, Ngoni Chigwana,<strong> em 2005, 10% da população era diabética; hoje, apenas sete anos depois, o número já ultrapassa os 30%.</strong></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/zimbabwe-atlas-diabetes/" rel="attachment wp-att-1725"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-1725" title="zimbabwe atlas diabetes" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/10/zimbabwe-atlas-diabetes.gif" alt="" width="414" height="334" /></a></p>
<p><strong>Qual o motivo?</strong></p>
<p>Pode parecer estranho que um país vitimado pela fome crônica, e que <a href="http://www.wfp.org/countries/zimbabwe">recebe ajuda de programas de erradicação de miséria e fome da ONU</a>, tenha taxas tão altas de diabetes tipo 2, condição geralmente associada à obesidade e dieta rica em gorduras e carboidratos. De acordo com o doutor Elopy Sibanda, que trabalha em um hospital da capital zimbabwiana, o motivo para isso é que a imensa maioria dos recursos do governo para a saúde é destinada a programas de combate à AIDS. Além disso, explica o médico, muito pouco é feito a fim de educar os zimbabwianos sobre as sérias conseqüências para a saúde de condições como pressão sangüínea alta e doenças cardíacas e renais, fatores de risco para o diabetes tipo 2.</p>
<p>O ministro da saúde do Zimbabwe garante que o governo está dando atenção para campanhas educativas sobre doenças não-transmissíveis, como o diabetes, e que o foco delas se concentra em comunidades isoladas e nas pessoas que estão migrando do meio rural para o urbano. Dada a situação de risco do país, é ver para crer.</p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/criancas-zimbabwe-diabetes/"></span></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/o-diabetes-pelo-mundo-zimbabwe/">O Diabetes pelo Mundo: Zimbabwe</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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		<title>Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jun 2012 14:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças. A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico Infection and Immunity &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Entenda neste post a relação incrível e inesperada entre as duas doenças.</em> <span id="more-774"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/malaria-diabetes.jpeg"></span></p>
<p>A prevalência cada vez maior do diabetes tipo 2 no planeta inteiro já é preocupante por si só, e agora um novo fator de inquietação entra na jogada. Pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis, explicam na última edição do periódico <em>Infection and Immunity</em> que, caso o número de diabético tipo 2 na África continue aumentando, a disseminação da malária pode crescer concomitantemente.</p>
<h3> Mas qual seria a relação entre as duas doenças, aparentemente tão diferentes?</h3>
<p>A malária é uma doença causada pelo parasita protozoário <em>Plasmodium falciparum</em>, o qual é transmitido aos humanos através da picada de mosquitos do gênero <em>Anopheles</em> &#8211; o mesmo dos pernilongos transmissores da filariose. Os principais sintomas da malária são febres periódicas, sudorese, dores de cabeça, dores nas costas, náuseas, vômito, tosse seca, fadiga, dores musculares e aumento do baço. Os mosquitos também não se dão muito bem com os <em>P. falciparum</em>, e seu sistema imune luta ativamente contra o invasor. Caso o sistema imune do mosquito consiga vencer os protozoários, portanto, não há problema em ser picado por ele. O que os cientistas descobriram é que a insulina humana &#8211; que entra no organismo do mosquito quando ele nos pica &#8211; diminui a eficiência do sistema imune dos <em>Anopheles</em>, tornado-os mais vulneráveis ao <em>Plasmodium</em>. Se isto já é ruim, imagine o que acontece quando estes mosquitos picam seres humanos com diabetes tipo 2: sabe-se que, pelo menos nos primeiros anos da doença, as taxas de insulina na corrente sangüínea destes portadores de diabetes é muito maior do que o normal. <span style="color: #334c80;">Assim, em resumo, se dá o ciclo vicioso: diabéticos tipo 2 têm mais insulina no sangue, e <em>Anophles</em> que picam estas pessoas terão menor capacidade de destruir os parasitas da malária que porventura possuam, favorecendo a disseminação da doença.</span></p>
<p>O local mais afetado pela malária no mundo é o continente africano. E lá as taxas de diabetes tipo 2 têm aumentado progressivamente. Estima-se que, já em 2030, 1 de cada 5 adultos africanos será portador do diabetes tipo 2.</p>
<p>Nazzy Pakpour, principal autora da pesquisa, classifica a situação como &#8220;horrível&#8221; e, ao mesmo tempo, &#8220;cientificamente intrigante&#8221;. &#8220;É uma loucura pensar que uma coisa no nosso sangue pode mudar a maneira de mosquitos responderem a parasitas&#8221;, afirma a cientista.</p>
<h3> Há esperanças?</h3>
<p>Como sempre, pode-se confiar na capacidade humana de resolver grandes problemas e de se ter grandes idéias. A pesquisa da dra. Nazzy descobriu que a insulina humana diminui a capacidade do sistema imune dos mosquitos ao inibir a expressão de alguns genes importantes para a defesa destes insetos e ativar vias de sinalização imunosupressoras. Caso estas vias possam ser &#8220;desligadas&#8221; artificialmente &#8211; e elas o podem! -, o efeito nefasto da insulina humana nos <em>Anopheles</em> tem tudo para ser mitigado.</p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/aumento-do-diabetes-tipo-2-no-mundo-pode-levar-a-uma-epidemia-de-malaria/">Aumento do diabetes tipo 2 no mundo pode levar a uma epidemia de malária</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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