<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>macrófagos | Diabeticool</title>
	<atom:link href="https://www.diabeticool.com/tag/macrofagos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.diabeticool.com</link>
	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Aug 2021 17:09:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>A cura pela drupa</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2012 18:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Como tratar]]></category>
		<category><![CDATA[ácido clorogênico]]></category>
		<category><![CDATA[ameixa]]></category>
		<category><![CDATA[amêndoa]]></category>
		<category><![CDATA[American Chemical Society]]></category>
		<category><![CDATA[antocianina]]></category>
		<category><![CDATA[ataque cardíaco]]></category>
		<category><![CDATA[catequina]]></category>
		<category><![CDATA[cereja]]></category>
		<category><![CDATA[Coco]]></category>
		<category><![CDATA[colesterol]]></category>
		<category><![CDATA[damasco]]></category>
		<category><![CDATA[derrame]]></category>
		<category><![CDATA[drupa]]></category>
		<category><![CDATA[fruto carnoso]]></category>
		<category><![CDATA[gene]]></category>
		<category><![CDATA[gordura]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>
		<category><![CDATA[inflamação]]></category>
		<category><![CDATA[LDL]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Cisneros-Zevallos]]></category>
		<category><![CDATA[macrófagos]]></category>
		<category><![CDATA[manga]]></category>
		<category><![CDATA[nectarina]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[parada cardíaca]]></category>
		<category><![CDATA[pêssego]]></category>
		<category><![CDATA[quercetina]]></category>
		<category><![CDATA[síndrome metabólica]]></category>
		<category><![CDATA[Texas AgriLife Research]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade do Texas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=796</guid>

					<description><![CDATA[<p>Frutos carnosos &#8211; também conhecidos como drupas &#8211; contêm componentes especiais que evitam doenças como a obesidade e o diabetes. A novidade vem de pesquisadores do Texas AgriLife Research, ligados à Universidade do Texas. Segundo eles, frutos carnosos &#8211; as drupas &#8211; ajudam a evitar a síndrome metabólica, a qual pode resultar em doenças como &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">A cura pela drupa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Frutos carnosos &#8211; também conhecidos como drupas &#8211; contêm componentes especiais que evitam doenças como a obesidade e o diabetes.</em></p>
<p><span id="more-796"></span></p>
<p><span class="removed_link" title="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/06/mulher-comendo-pessego.jpg"></span></p>
<p>A novidade vem de pesquisadores do <em>Texas AgriLife Research</em>, ligados à Universidade do Texas. Segundo eles, frutos carnosos &#8211; as drupas &#8211; ajudam a evitar a síndrome metabólica, a qual pode resultar em doenças como diabetes, ataques cardíacos e obesidade.</p>
<p>A síndrome metabólica, como já explicado aqui, é um conjunto de condições que elevam os riscos de diabetes, derrame e parada cardíaca. Dentre estas condições, as mais comuns são glicemia alta, hipertensão, muita gordura ao redor da cintura e taxas de colesterol muito altas. Como que as drupas (veja abaixo exemplos destas frutas) podem auxiliar a combater a síndrome?</p>
<p>Explica o cientista alimentar Luis Cisneros-Zevallos, um dos autores do trabalho:</p>
<p>&#8220;Nossos estudos mostraram que frutos carnosos &#8211; pêssegos, ameixas, e nectarinas &#8211; contêm componentes bioativos com o potencial de atacar a síndrome.</p>
<p>Nosso trabalho indica que componentes fenólicos presentes nestas frutas têm propriedades anti-obesidade, antiinflamatórias e anti-diabéticas em diferentes linhagens celulares, e podem também reduzir a oxidação do colesterol ruim (LDL), o qual é associado a doenças cardiovasculares.&#8221;</p>
<h3>Detalhes bioquímicos</h3>
<p>Cisneros-Zevallos fornece interessantes informações específicas sobre a pesquisa:</p>
<p>&#8220;Nosso trabalho mostra que os quatro principais grupos fenólicos &#8211; antocianinas, ácidos clorogênicos, derivados da quercetina e catequinas &#8211; atuam em diferentes células &#8211; células adiposas, macrófagos e células do endotélio vascular. Eles modulam a expressão diferenciada de genes e proteínas, de acordo com o tipo de composto.</p>
<p>Todavia, ao mesmo tempo, todos eles atuam simultaneamente em diferentes frentes contra componentes da doença (a síndrome metabólica), incluindo obesidade, inflamação, diabetes e doenças cardiovasculares&#8221;.</p>
<p>Os resultados serão apresentados em sua forma definitiva em agosto deste ano, durante o encontro da <em>American Chemical Society</em>.</p>
<h3><span style="color: #334c80;">Exemplos de drupas, para uma alimentação mais saudável</span></h3>
<ul>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Ameixas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Amêndoas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Cerejas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Côcos</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Damascos</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Mangas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Nectarinas</span></li>
<li style="text-align: left;"><span style="color: #334c80;">Pêssegos</span></li>
</ul>The post <a href="https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/">A cura pela drupa</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/a-cura-pela-drupa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma lua de mel de adocicar o sangue – Parte I de II</title>
		<link>https://www.diabeticool.com/uma-lua-de-mel-de-adocicar-o-sangue-parte-i-de-ii/</link>
					<comments>https://www.diabeticool.com/uma-lua-de-mel-de-adocicar-o-sangue-parte-i-de-ii/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2012 01:28:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[autoimune]]></category>
		<category><![CDATA[células T]]></category>
		<category><![CDATA[Deborah Fowell]]></category>
		<category><![CDATA[macrófagos]]></category>
		<category><![CDATA[Nicholas Jospe]]></category>
		<category><![CDATA[Nova York]]></category>
		<category><![CDATA[pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[sistema imune]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade de Rochester]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.diabeticool.com/?p=308</guid>

					<description><![CDATA[<p>Cientistas estudam o misterioso período de “lua de mel” do diabetes, o qual pode conter a chave para se curar a doença Existe um período feliz e venturoso na vida de um diabético. Ele pode variar de um a dois anos de duração e é caracterizado pela facilidade sem igual no controle da doença. Apesar &#8230;</p>
The post <a href="https://www.diabeticool.com/uma-lua-de-mel-de-adocicar-o-sangue-parte-i-de-ii/">Uma lua de mel de adocicar o sangue – Parte I de II</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Cientistas estudam o misterioso período de “lua de mel” do diabetes, o qual pode conter a chave para se curar a doença</em></p>
<p><span id="more-308"></span></p>
<p><a href="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/casal-lua-de-mel.jpg"><img loading="lazy" class="aligncenter size-full wp-image-309" title="casal lua de mel" src="http://www.diabeticool.com/wp-content/uploads/2012/02/casal-lua-de-mel.jpg" alt="" width="400" height="237" /></a></p>
<p>Existe um período feliz e venturoso na vida de um diabético. Ele pode variar de um a dois anos de duração e é caracterizado pela facilidade sem igual no controle da doença. Apesar do diabetes nunca regredir de verdade &#8211; diferentemente de outras condições autoimunes, nas quais há ciclos de remissões e relapsos -, há uma fase de remissão precoce que começa semanas após o diagnóstico do diabetes tipo 1, durante a qual os pacientes se mantêm saudáveis e não necessitam de muita insulina a fim de controlar a glicemia. A alcunha de “lua de mel” para esta fase vem a calhar: eis tempos de trégua prévios à borrasca! E é justamente sobre esta época crucial que alguns dos mais importantes e avançados estudos atuais acerca do diabetes se concentram.</p>
<p>“Este é um período de grande interesse”, diz o doutor Nicholas Jospe, chefe da seção de Endocrinologia Pediátrica no Hospital Infantil Golisano do Centro Médico da Universidade de Rochester, em Nova York, e um dos principais autores de pesquisas sobre o tema. “Durante este período, níveis de açúcar no sangue de fato se normalizam mais do que em qualquer outra época, e pacientes não têm necessidade de muita insulina; é como se o corpo ainda estivesse produzindo a insulina. Mas ainda não entendemos a natureza desta remissão, e isto está empacando o campo de estudos”. “Caso soubéssemos o que está acontecendo, talvez pudéssemos replicá-lo (<em>o período da “lua de mel”</em>) ou prolongá-lo para o benefício dos pacientes”, complementa Jospe. “A maioria dos tratamentos hodiernos tenta fazer exatamente isso – prolongar a lua de mel diabética. Mas não houve muito sucesso até agora”.</p>
<p>O problema preocupa o doutor Jospe seria e profissionalmente. Há vinte anos, seu grupo de pesquisas e atendimentos ambulatoriais costumava atender cerca de vinte e cinco novos casos de diabetes tipo 1 por ano. Hoje, o número já beira os noventa novos casos, sendo as crianças o maior grupo diagnosticado. Todavia, a uma distância de aproximadamente um quilômetro e meio dos postos de atendimento do hospital, ainda no campus da Universidade de Rochester, Deborah Fowell lidera um grupo de pesquisas que utiliza equipamentos do estado-da-arte a fim de decifrar o funcionamento das células T e dos macrófagos nos processos do sistema imune. Quando os times de Jospe e o de Fowell se encontraram ano passado e decidiram unir seus esforços, segredos embasbacantes sobre as origens e as fases iniciais do diabetes foram revelados. Será que a doce lua de mel diabética finalmente poderá ser extendida?</p>
<p>A segunda parte desta história, contando as descobertas deste estudo conjunto, você acompanha em breve aqui no blog!</p>
<p>Imagem: <a href="http://www.freedigitalphotos.net/images/view_photog.php?photogid=1841" target="_blank">kongsky/FreeDigitalPhotos.net</a></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/uma-lua-de-mel-de-adocicar-o-sangue-parte-i-de-ii/">Uma lua de mel de adocicar o sangue – Parte I de II</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://www.diabeticool.com/uma-lua-de-mel-de-adocicar-o-sangue-parte-i-de-ii/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
