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	<title>Adiabc | Diabeticool</title>
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	<description>Tudo sobre diabetes, dicas de saúde, medicamentos, insulinas, tratamentos e receitas!</description>
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		<title>“Fiquei livre das injeções diárias de insulina”, diz jovem escritor com diabetes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação Diabeticool]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2013 18:03:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Adiabc]]></category>
		<category><![CDATA[bomba de insulina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mark Barone, de 32 anos, trocou as incômodas picadas pela bomba de insulina. &#160; Para os médicos, o tratamento padrão ouro do diabetes tipo 1 é a bomba de insulina. O aparelho eletrônico é do tamanho de um celular e fica ligado no corpo por meio de um cateter que libera insulina 24 horas por &#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Mark Barone, de 32 anos, trocou as incômodas picadas pela bomba de insulina.</em><span id="more-6160"></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure style="width: 460px" class="wp-caption aligncenter"><img alt="" src="http://img.r7.com/images/2013/11/12/16_52_05_39_file?dimensions=460x305" width="460" height="305" /><figcaption class="wp-caption-text">Mark Barone diz não querer trocar a bomba por nada. Fonte: Arquivo pessoal.</figcaption></figure>
<p>Para os médicos, o tratamento padrão ouro do diabetes tipo 1 é a bomba de insulina. O aparelho eletrônico é do tamanho de um celular e fica ligado no corpo por meio de um cateter que libera insulina 24 horas por dia. Apesar de ser o tratamento que mais se aproxima da fisiologia normal do pâncreas, o endocrinologista Márcio Krakauer, presidente da Adiabc (Associação de Diabetes do ABC), avisa que a bomba não é indicada para todos os pacientes.</p>
<p>— Apesar de facilitar a vida de quem tem diabetes, o preço alto é um dos fatores que impedem o acesso a este tipo de tratamento. Além disso, nem todos os médicos estão preparados para assessorar seus pacientes. É complexo!</p>
<p>A tecnologia chegou ao Brasil há cerca de dez anos, mas é restrita a 4.000 pacientes no País. Para ter o aparelho, é preciso desembolsar de R$ 13.000 a R$ 15.000. Por mês, os insumos chegam a custar R$ 2.000.</p>
<p>Mesmo com o preço salgado, há quem garanta que o investimento vale a pena. É o caso do autor do livro Tenho <a title="Games ‘ativos’ ajudam a controlar diabetes, diz estudo" href="http://www.diabeticool.com/games-ativos-ajudam-a-controlar-diabetes-diz-estudo/">diabetes tipo 1</a>, e agora?, Mark Barone. Aos 32 anos de idade, há 22 com diabetes tipo 1, ele garante que só trocaria o aparelho se existisse uma versão atualizada e com mais recursos.</p>
<p>— Há seis anos passei a usar a bomba. Troquei seis injeções diárias de insulina por uma picada a cada três dias para trocar o cateter. Além disso, reduzi de 12 para quatro o número de testes de ponta de dedo para checar o valor da glicemia. Com isso, consegui manter um controle excelente mesmo após mais de duas décadas de diabetes e a rotina intensa de trabalho.</p>
<p>Mark, que também é pesquisador e educador em diabetes, teve indicação médica para o tratamento e, por meio de ação judicial, recebe parte dos insumos pelo governo. O jovem cita a tranquilidade como a principal mudança do tratamento convencional para a bomba de insulina.</p>
<p>— Posso olhar na tela do aparelho a qualquer momento e ver como está a tendência da minha glicemia. Se ela está alta ou baixa, a bomba emite um alerta para que eu possa evitar hipo ou hiperglicemia. Dependendo do valor, ela simplesmente suspende a liberação de insulina.</p>
<p>Entre as vantagens, a endócrino-pediatra Denise Ludovico, da ADJ Brasil (Associação de Diabetes Juvenil), acrescenta a capacidade de administrar doses muito pequenas de insulina.</p>
<p>— No caso de crianças, isso pode ser imprescindível para o <a title="Diabetes pelo Mundo: Índia" href="http://www.diabeticool.com/diabetes-pelo-mundo-india/">bom controle glicêmico</a>. A seringa e a caneta não permitem valores tão mínimos.</p>
<p>Para o escritor, o ponto negativo é “a necessidade de estar conectado ao aparelho o tempo todo, inclusive durante a noite”. Apesar do incômodo, ele garante que “é possível se acostumar em pouco tempo”.</p>
<p>A médica concorda, mas reforça que a bomba não precisa ser uma escolha para o resto da vida. No Brasil, há dois laboratórios que comercializam o aparelho — Medtronic e Roche — e dão a oportunidade de o paciente fazer o teste durante um mês.</p>
<p>— Em algum momento, a bomba pode ser uma ótima solução, mas não precisa ser para sempre. A <a href="http://www.diabeticool.com/o-que-e/insulina/">insulina</a> é a única companheira do portador de diabetes tipo 1 para o resto da vida.</p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://noticias.r7.com/saude/fiquei-livre-das-injecoes-diarias-de-insulina-diz-jovem-escritor-com-diabetes-14112013" target="_blank" rel="nofollow">R7</a></strong></p>The post <a href="https://www.diabeticool.com/fiquei-livre-das-injecoes-diarias-de-insulina-diz-jovem-escritor-com-diabetes/">“Fiquei livre das injeções diárias de insulina”, diz jovem escritor com diabetes</a> first appeared on <a href="https://www.diabeticool.com">DiabetiCool - Informação de Qualidade sobre Diabetes</a>.]]></content:encoded>
					
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