Dormir mal pode causar diabetes e depressão, diz neurologista

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Um quinto da população mundial sofre de insônia; distúrbios são vários. Veja dicas de especialista para dormir melhor e evitar doenças no futuro.

Um quinto da população mundial sofre de insônia. E os distúrbios do sono são vários: tem gente que demora a dormir, outros acordam no meio da noite, tem também a turma do sono agitado e os que vivem sonolentos durante todo o dia.

As queixas são muitas. E as dúvidas, também. A neurologista Andrea Bacelar alerta que os transtornos do sono têm um custo social elevado, comprometendo a rotina e a produtividade. E, quando não tratados, podem chegar a causar sérios danos à saúde.

“A queixa do dia seguinte é essa: baixa de reflexo, baixa de rendimento, chance de acidentes domésticos e de trânsito. Agora, a médio e longo prazo é que as pessoas não se preocupam”, diz a especialista. “E a gente hoje já tem inúmeras publicações mostrando que realmente doenças degenerativas, hipertensão, diabetes, obesidade, baixa imunidade, depressão, enfim, dormir mal ou por voluntariamente diminuir o tempo de sono ou porque efetivamente eu tenho um transtorno de sono – irá gerar um problema médico a médio e longo e prazo”, alerta.

Para a neurologista, é importante que as pessoas tenham o “hábito” de dormir bem. “A gente tem que ensinar a dormir. O sono também tem um fator de aprendizado. A criança tem que ter regra, hábito, limite. A insônia da criança, por exemplo, é completamente diferente, é um capítulo à parte do adulto, porque o sono tem que ser aprendido e os pais têm que ter esse foco com a criança”, ensina Andrea Bacelar.

Fonte: G1

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