Como o diabetes pode causar doenças nos rins?

0

A resposta a esta pergunta você encontra neste artigo do Diabetes Sem Medo!

Quando o nosso corpo digere as proteínas que comemos, este processo cria resíduos. Nos rins, existem milhares de pequenos vasos sanguíneos (capilares) com minúsculos “furos” que atuam como filtro. Como o sangue flui nos vasos sanguíneos, as pequenas moléculas como os resíduos da digestão passam pelos furos, se tornando parte da urina. Substâncias úteis como as proteínas e células do sangue, são muito grandes para passar por estes furos nos capilares sanguíneos e permanecem no sangue.

O diabetes pode danificar este sistema de filtragem dos rins. Altos níveis de glicose no sangue, exige que os rins realizem uma maior filtragem do sangue, e todo este trabalho extra vai danificando o sistema de filtragem nos capilares sanguíneos. Após muitos anos de sobrecarga neste sistema de filtragem, os furos nos capilares se tornam maiores, o que possibilita a passagens de proteínas. Pequenas quantidades de proteína na urina são chamadas microalbuminúria.

Quando a doença renal é diagnosticada precocemente, durante a fase de microalbuminúria, existem vários tratamentos para que a doença não se agrave. Grandes quantidades de proteína na urina são chamadas macroalbuminúria. Quando a doença renal é diagnosticada na fase de macroalbuminúria, indica que os rins ficaram muitos anos sem tratamento e o avanço da doença renal. Geralmente em seguida é diagnosticado a fase de doença renal terminal.

Com o passar dos anos, como consequência desse trabalho excessivo os rins perdem a capacidade de filtrar o sangue e os resíduos que deveriam ser eliminados na urina permanecem no sangue. Esta é a fase de doença renal terminal, o que é muito grave. Uma pessoa com doença renal terminal precisa de transplante de rim ou de ter o sangue filtrado por uma máquina – Hemodiálise.

Clique na imagem para ampliá-la.

Clique na imagem para ampliá-la.

 

Compartilhe!